Big RIP

. Escreve poemas durante a noite, dentro dos sonhos, na parte mais obscura do sonhar. Quando acorda, resta-lhe na cabeça e na boca (provavelmente no interior arrefecido dos olhos, também) amontoados de cinza. Do que escreve sobra-lhe apenas isso. Não se recorda de nenhum dos poemas ditos em voz alta, poemas seus, nascidos do contraste …