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João Ricardo Lopes (n. 1977, Guimarães) é um escritor português, ensaísta e tradutor. Concluiu o curso de Línguas e Literaturas Modernas (variante de Estudos Portugueses) em 2000, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo sido bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 1994 e 1999. Em 2011, concluiu uma pós-graduação em Teoria da Literatura na Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da Universidade do Minho.
Leciona a disciplina de Português e Literatura Portuguesa nos ensinos básico e secundário, tendo lecionado igualmente a cadeira de Literatura Infantojuvenil na Escola Superior de Educação do Porto e no Instituto de Estudos Superiores de Fafe.
Foi colaborador do Jornal Universitário do Porto, do Correio do Minho, do Diário do Minho e do Correio de Fafe. Integrou o Núcleo de Artes e Letras de Fafe e o conselho editorial da Labirinto (entre 2001 e 2007). Foi secretário de junta na Vila de Arões S. Romão entre 2007 e 2017, tendo sido responsável pelas atividades culturais dessa autarquia.
Fez a sua estreia literária com o livro A pedra que chora como palavras, em 2001, vencedor do Prémio Revelação de Poesia Ary dos Santos / Associação Portuguesa de Escritores. Publicou livros de poesia, contos e crónicas, tendo sido traduzido para croata, inglês, castelhano, francês, alemão, italiano, romeno, dinamarquês, sueco, neerlandês, checo, húngaro, búlgaro, irlandês, grego e arménio.
Os seus livros Além do dia hoje e Em nome da luz foram galardoados com o Prémio Nacional de Poesia da Vila de Fânzeres, respetivamente em 2001 e em 2022. Recebeu, igualmente, o Prémio de Conto Maria Irene Lisboa em 2009.
