. O som das árvores, o amor das rolas, o fosforejar do céu são dádivas de que se alimenta o sono. O tempo para, adormece-se só de olhar, cai sobre os camponeses uma poalha repleta de luz. Derreada, muito para lá do alpendre, Amância fareja as ervas certas. É preciso que alguém acredite esta noite. …
