. – Há precisamente cinco anos dei uma gargalhada – disse assim de repente, sem mais nem quê, o meu sócio. – Eu há sete que o não faço – atalhou o meu outro sócio. – Sete anos, cinco meses e vinte quatro dias. Quase sete anos e meio! Frases como estas aborrecem-me. Nunca sei …
A propósito do absurdo
. Um homem precisa apenas de escolher um banco e de sentar-se. Precisa de ficar atento, esperar, justapor os factos. Em breve estará tão saturado deles que a sua impressão da cidade e do ser humano terá sofrido uma sensível mutação. Um cachorro é atraído à porta de um talho. Hesita, olha desconfiado, as patas …
